A Instituição

Santa Casa de Misericórdia da Bahia: Uma Irmandade a Serviço do Bem

A história da Santa Casa da Bahia se confunde com a própria história da nossa cidade. Fundadas no mesmo ano, ambas pelo governador-geral Tomé de Sousa, a Santa Casa veio junto com os portugueses e os mesmos ideais da Santa Casa de Lisboa. Ao longo dos séculos, a Santa Casa viveu de perto a história dos baianos, acolhendo enfermos, apoiando famílias carentes, abrindo espaço para celebrações sociais, investindo em novas tecnologias ligadas à saúde, e na capacitação de profissionais.

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Ideologia

A Santa Casa da Bahia tem a sua gestão orientada estrategicamente para que colaboradores e voluntários sigam a mesma base filosófica e, com isso, a sociedade possa compreender a personalidade da entidade.

  • NEGÓCIO: Cuidar da pessoa e estimular a sua dignidade
  • MISSÃO: Desenvolver ações de solidariedade nas áreas de saúde, educação, cultura e ação social inspiradas nos ideais de misericórdia.
  • VISÃO: Ser reconhecida como a melhor e mais abrangente instituição filantrópica do Brasil.
  • POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO: Excelência operacional.

Marca

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O novo desenho da marca Santa Casa BA parte do brasão originial da instituição. Os traços foram simplificados e ajustados, de forma que sua aplicação, enquanto símbolo, se torne funcional. A data de fundação foi incorporada ao desenho a fim de evocar tradição e longevidade, características que atribuem qualidade e confiabilidade à marca. O número de cores foi reduzido, facilitando o reconhecimento da marca e ajudando a estabeler uma identidade visual mais forte.

TIPO DE ESCUDO: Português, partido de dois, cortado em quatro

ARMAS:

Lado esquerdo do escudo
Cruz em "T" – Simboliza o calvário
"M" e "Z" – Simbolizam "misericórdia"

Lado direito do escudo
Cruz de Malta – Simboliza a antiga "Ordem de Cristo", levada pelo navegador Vasco da Gama para a Índia
Esfera Amilar circundada pela Cruz de Malta, abraçada  por uma cana-de-açúcar e circundada por 19 estrelas – Representa a colônia (portuguesa) e reflete estágios políticos da nação.

ELEMENTOS EXTERNOS:
Coroa imperial de ouro guarnecida de pedras preciosas, com aros fechados sob o globo montado por uma pequena cruz – Simboliza o poder português
Café, algodão e vieiras – Simbolizam campanhas e batalhas ganhas.

Mesa Administrativa

GESTÃO 2016-2019

Provedor
Roberto Sá Menezes

Vice-Provedor
Renato Augusto Ribeiro Novis

Escrivã
Ana Paula Gordilho Pessoa

Tesoureiro
Antônio Alberto Machado Pires Valença

Comissão Fiscal

Titulares
Alberto Nunes Vaz da Silva
Jayme Baleeiro Neto
Walter Cairo de Oliveira Filho

Suplentes
Antônio Robespierre Lopes dos Santos
Carlos Raymundo Melo Gouveia
Luiz Ovídio Fisher

Definidores Natos

Eduardo Meirelles Valente
Jorge Fernandes Figueira
José Antônio Rodrigues Alves
Liselotte Weckerle (licenciada)
Victor Gradin

Definidores

Ana Benvinda Teixeira Lage
Anneliese Menezes Santos
Antoine Tawil
Antônio Ivo de Almeida
Antonio Luiz Calmon Navarro Teixeira
Antônio Luiz Nogueira Chaves
Antônio Luiz Sampaio Figueira
Antônio Walter dos Santos Pinheiro
Baduê Memeri Dumet
Eumar Martinelli Braga
Gilberto Pedreira de Freitas Sá
Henrique Gonçalves Trindade
João Eurico Matta
José Henriques Ramos
Lafayette de Azevedo Pondé Filho da Silva
Luiz Martins Catharino Gordilho Filho
Luiza Amélia Guedes Machado Mello
Manoel Figueiredo Castro
Roberto Luiz Pimentel Lerner
Rozendo Ferreira Neto
Sergio Fraga Santos Faria

Modomos-Diretores

Assistência Jurídica
Eduardo Argolo de Araújo Lima

Assistência Social
Celia Maria Pitangueira Gomes

Campo Santo
Hélio de Oliveira Cardoso

Captação de Recursos
Eduardo Morais de Castro

Patrimônio Cultural
Ana Elisa Ribeiro Novis

Patrimônio Imobiliário
Antônio Geraldo Teixeira Neto

Saúde, Ensino e Pesquisa
Cristina Evangelina Lyra Alves